Mariana recebe maior maratona de mountain bike da América Latina

10/09/2018

Cerca de 2 mil atletas de várias partes do Brasil são esperados no Iron Biker Brasil, considerada a maior maratona de mountain bike da América Latina. O evento, que será realizado entre os dias 14 e 16 de setembro, em Mariana, na Grande BH, tem atrações para quem quer aproveitar o fim de semana.

De acordo com a organização, os competidores partirão da Praça Minas Gerais em direção aos distritos da cidade, que foi a primeira capital do Brasil. No trajeto, trilhas com variações de relevo que prometem testar a resistência dos esportistas. Ao todo, serão 98 quilômetros percorridos no sábado e outros 65 no domingo.

Um dos organizadores do Iron Biker Brasil, Gilberto Canaan, afirma que essa é uma das maiores provas do planeta e a maior da América Latina. "Estamos satisfeitos de termos conseguido o recorde de inscritos, e de, aos poucos, ir conquistando o sentimento de pertencimento dos moradores de Mariana em relação ao Iron Biker. Eles têm essa ligação forte com o esporte, com o ciclismo e com a prova. É motivo de orgulho para nós”, contou.

As inscrições para o evento estão fechadas. Mesmo assim, outros 2 mil ciclistas aguardam em lista de excedentes por alguma possível desistência e vaga.

Atrações
Além da maratona nos dois dias de competição, o evento esportivo também oferece opções de descontração e lazer para os atletas e suas famílias. Dentre elas, apresentações artísticas, shows e intervenções culturais. Na sexta-feira, dia 14, a banda Cash promete agitar o público a partir de 19h30. No sábado, dia 15, a partir de 15h, será a vez do grupo Folk. E, no encerramento, sobe ao palco a banda Vulgo, às 13h.

Economia fortalecida
A movimentação nas ruas históricas com a realização do Iron Biker ajuda também a fortalecer a economia local. De acordo com os organizadores, a cidade registra lotação máxima de hotéis e pousadas.

Fonte: Hoje em Dia 

Secretaria de Defesa Social realiza planejamento para simulação prátic

22/08/2018

A Coordenadoria de Proteção da Defesa Civil de Mariana se reuniu, na última segunda-feira, 20, com representantes da Samarco, Fundação Renova, Defesa Civil de Minas Gerais, Polícia Militar e Guarda Municipal, no Centro de Convenções Frazão - Vila Samarco para um treinamento de mesa da simulação, que acontecerá dia 1 de setembro com a população dos distritos de Camargos, Ponte do Gama e Bento Rodrigues.

O simulado consiste em testar os recursos municipais públicos e privados estabelecidos no Plano de Contingência e Proteção da Defesa Civil para atender a população em situação de risco. No encontro foi estabelecida a rota de fuga, além do tempo em que as instâncias levarão para atender o chamado assim como o período de deslocamento da população até o ponto de encontro.

O secretário de Defesa Social, Braz Azevedo, participou do treinamento e ressaltou a importância de uma política de gestão e planejamento. “Este treinamento visa mostrar na prática a efetividade de toda organização realizada durante a construção do Plano de Contingência e as palestras feitas junto aos moradores dos distritos. Vamos pontuar as falhas e corrigi-las para que, em uma situação real, possamos atender a população de forma ágil e eficaz”, frisou o secretário.

A simulação prática é resultado das ações de Gestão de Riscos de Desastres que foram desenvolvidas nos distritos pela Coordenadoria de Proteção da Defesa Civil (COMPDEC), com o intuito de informar a comunidade sobre ações de prevenção e preparação para reduzir a exposição às ameaças. Além disso, a iniciativa busca proceder de modo seguro em situações de risco e melhorar a comunicação entre as empresas que atuam próximas aos locais com as comunidades e a Defesa Civil.

De acordo com o Guarda Municipal que atua na Defesa Civil, André Machado, as ações com as comunidades são fundamentais para segurança e prevenção de tragédias. “As regiões nas quais realizamos esses trabalhos são próximas às barragens e, por mais que estejam sob controle, é fundamental o treinamento para situações de risco”, destaca o GM.

As ações são embasadas na Lei Federal 12608 Art. 8º que diz que compete aos municípios incorporar as ações de proteção no planejamento municipal, identificar e mapear as áreas de risco de desastres, quando for o caso. Assim como a intervenção preventiva e a evacuação da população das áreas de alto risco ou das edificações vulneráveis.

FOTO: DÉBORA MADEIRA l Fonte: PREFEITURA DE MARIANA

Sada Cruzeiro lança novo projeto social em Ouro Preto

21/08/2018

A imagem pode conter: 5 pessoas, atividades ao ar livre

O crescimento da equipe de vôlei Sada Cruzeiro, com suas inúmeras conquistas, se reflete também nos projetos esportivos e sociais. E agora, mais 200 crianças e adolescentes terão aulas de voleibol gratuitas, com a abertura de um novo núcleo Sada Vôlei na cidade histórica de Ouro Preto. Em evento realizado no último sábado, 18/08, no ginásio do Ouro Preto Tênis Clube, foi feito o lançamento oficial do projeto, com a presença dos alunos, já devidamente uniformizados, autoridades municipais e a direção do Sada Cruzeiro.

Em parceria com a prefeitura municipal, com o Ouro Preto Tênis Clube – OPTC e o Sindicato dos Rodoviários de Ouro Preto, o projeto Sada Vôlei vai atender a 200 alunos, de ambos os sexos, de 7 a 17 anos. As aulas começam no próximo dia 27 e acontecerão no contraturno escolar, duas vezes por semana, no ginásio do OPTC. Na semana passada, vários profissionais que trabalharão em Ouro Preto estiveram em Belo Horizonte, visitando o CT do Sada Cruzeiro, e fizeram também um intercâmbio com os professores que já atuam em outras unidades.

Prefeito Júlio Pimenta falou com os alunos que participarão do projeto

Na solenidade em Ouro Preto o prefeito Júlio Pimenta falou da expectativa da cidade para receber o projeto. “Para nós hoje é um dia muito especial, um dia muito sonhado pelos nossos educadores. Sabemos da importância que este projeto representa e os resultados com certeza virão. Para as nossas crianças é uma grande oportunidade de ocuparem seu tempo com uma atividade extremamente saudável e bem orientada. Essa marca do Sada Cruzeiro é muito forte. Estamos associando o nome de nossa cidade ao melhor time de vôlei do Brasil e um dos melhores do mundo. E quero agradecer muito a todos os envolvidos por trazerem este projeto para Ouro Preto”, destacou Pimenta.

Outros núcleos de voleibol com a chancela do Sada Cruzeiro já funcionam em Contagem, Betim e Sete Lagoas, com cerca de 1.500 alunos atendidos por ano. E a expectativa é expandir ainda mais, de acordo com o diretor esportivo da equipe, Flávio Pereira.

“Nós iniciamos os projetos esportivos e sociais em 2010 e o objetivo é levar a prática do vôlei para as crianças e jovens, com a força transformadora que o esporte tem. Os garotos que se destacam podem ser encaminhados para avaliação nas categorias de base do Sada Cruzeiro e hoje já temos atletas da base que vieram destes projetos. Mas nosso foco neste projeto é a inserção social. E uma coisa extremamente importante é o quanto estas aulas acrescentam na vida destes meninos e meninas, em todos os sentidos. Estamos muito felizes por iniciar este novo núcleo em Ouro Preto e a cidade está muito mobilizada”, disse.

Ainda restam algumas vagas para o projeto e os interessados devem procurar a Secretaria Municipal de Esportes de Ouro Preto. O telefone é (31) 3559-3216.
Fonte: http://sadacruzeiro.com.br

Animais resgatados de lama da Samarco, em Mariana, poderão ser adotado

21/08/2018

Quinze cães e três gatos resgatados na lama da barragem de Fundão, pertencente à mineradora Samarco, que se rompeu em novembro de 2015 em Mariana, na Região Central de Minas Gerais, poderão ser adotados em uma feira de adoção que será realizada em Belo Horizonte entre os dias 23 e 26 de agosto.

Os bichos estão entre os 29 abrigados no Centro de Acolhimento Temporário de Animais (Cata), na Fazenda Asa Branca, no distrito de Camargos, em Mariana. O local foi criado após a tragédia que matou 19 pessoas, poluiu rios e destruiu comunidades em Minas Gerais e no Espírito Santo.

Em dezembro de 2015, o Ministério Público de Minas Gerais (MP) determinou que a mineradora Samarco, cujas donas são a Vale a BHP Billiton, executasse um plano de localização, resgate e cuidados dos animais domésticos atingidos pelo rompimento. O Termo de Compromisso Preliminar (TCP) foi firmado pela empresa e o Grupo Especial de Defesa da Fauna (Gedef) do MP.

Um bombeiro resgata um cachorro que estava preso na lama em Paracatu de Baixo, no interior de Minas Gerais. A cidade foi afetada por uma enxurrada de lama após o rompimento de barragens da mineradora Samarco em Bento Rodrigues (Foto: Douglas Magno/AFP)

Os 18 animais que estarão disponíveis na feira da capital foram encontrados presos na lama nos distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo, destruídos pela enxurrada de rejeitos.

Após perderam tudo na tragédia, muitos dos donos dos cães e gatos recolhidos não tiveram condições de abrigá-los.

De acordo com a Fundação Renova, 128 animais foram adotados desde novembro de 2015. A entidade foi criada mediante acordo entre União, estados e Samarco – controlada pela Vale e pela BHP Billiton – para reparar os danos do rompimento da barragem.

Quinze cães que foram encontrados em distritos destruídos por lama de rejeitos poderão ser adotados.  (Foto: Fundação Renova/Divulgação)

Esta será a primeira vez que Belo Horizonte receberá os bichos resgatados de Mariana para adoção. Ainda segundo a Renova, todos receberam vermífugos, foram castrados, estão com vacinação em dia e apresentam exames negativos para leishmaniose

O interessado deve ser maior de 21 anos. Ele deve levar a carteira de identidade, CPF e comprovante de residência. De acordo com a Renova, uma entrevista também é realizada no local para evitar que o animal adotado seja abandonado.

8ª Feira de Adoção Amidog

Entre 23 e 26 de agosto

Local: Pátio Savassi- Estacionamento do piso G4 - Avenida do Contorno, nº 6061.

Entrada gratuita

10h às 19h - quinta-feira à sábado

10h às 14h - domingo

Fonte: G1.com

Berço da Vale, Itabira, em MG, teme pelo fim da exploração mineral por

16/08/2018

A cidade de Itabira, na Região Central de Minas Gerais, corre contra o relógio para encontrar alternativas que diminuam o impacto do fim da exploração de minério de ferro pela mineradora Vale. De acordo com o relatório 20F, destinado ao mercado internacional e publicado pela empresa em 2017, a previsão é que as minas Conceição 1 e 2 cheguem à exaustão em dez anos.

“Foi um susto. Nós tomamos conhecimento disso no mês de maio. Mas não podemos nos desesperar”, disse o prefeito Ronaldo Magalhães (PTB).

De acordo com o prefeito, uma comissão formada por representantes do poder executivo do município, da Câmara de Vereadores e da Vale vão se reunir ainda este mês para discutir o caso.

A receita dos cofres da prefeitura em 2017 foi de cerca de R$ 250 milhões. Cerca de 55% deste dinheiro vem do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços (ICMS) e da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) pagos pela Vale.

“Itabira ainda tem uma dependência muito grande da mineração. Quando esta exaustão acontecer, a prefeitura vai perder pelo menos metade da arrecadação”, disse Magalhães.

A previsão de exaustão em dez anos pode mudar de acordo com avanços da tecnologia e com a demanda do mercado internacional, segundo a Vale. Mas a mineradora afirma que o recurso tem limite.

“Isso vai acabar um dia? Espera-se que sim. Não é infinito. Hoje a gente trabalha com o horizonte de mina de dez anos, então nós vamos operar a jazida de Itabira por mais dez anos com a tecnologia atual, com as plantas atuais e posterior a isso a gente mantém as usinas trabalhando com a possibilidade de processar qualquer minério do quadrilátero ferrífero”, disse o gerente-executivo das minas de Itabira da Vale, Rodrigo Chaves.

A Vale tem hoje duas minas e três usinas de beneficiamento de minério de ferro. De acordo com a mineradora, há seis anos houve um investimento de cerca de R$ 5 bilhões para readequar as estruturas ao tipo de produto explorado. Segundo o relatório 20F, hoje as reservas de Itabira apresentam altos índices de minério de itabirito, considerado mais compacto e difícil de ser trabalhado.

O teor de ferro está entre 35% e 60%, mais pobre que a hematita, tipo de minério mais valorizado pelo mercado internacional e encontrado em maior quantidade nas minas da Vale em Carajás, no norte do país.

Parte do minério explorado em Itabira é concentrada para atingir o teor de embarque como produto vendável e parte é enviada e misturada na Ásia com o minério de alto teor que é o do Pará.

Hoje, a exploração das minas de Itabira representa pouco mais de 9% da produção total da Vale. São cerca de 43 milhões de toneladas por ano. A mineradora informou que não pretende sair de Itabira, mas se prepara para mudar o seu negócio. A ideia é que as usinas sejam usadas para beneficiar o minério de todo quadrilátero ferrífero em Minas Gerais.

“Essas usinas tiveram que ser adequadas. Nós as construímos com uma nova tecnologia de moagem de flotação, tanto a usina Cauê quanto a de Conceição”, disse Rodrigo. “Nós continuamos em Minas e queremos ficar em Minas”, completou.A receita dos cofres da prefeitura em 2017 foi de cerca de R$ 250 milhões. Cerca de 55% deste dinheiro vem do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços (ICMS) e da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) pagos pela Vale.

A presença da mineradora em Itabira gerou um vínculo forte entre a empresa e a população. Criada em 1942 por Getúlio Vargas, a então Companhia Vale do Rio Doce, se tornou rapidamente um dos símbolos da cidade cujo nome significa “pedra que brilha” em tupi-guarani.

“A Vale nasceu estatal. Até a privatização, a Vale era a representação do poder federal na cidade. A Vale construiu hospital, construiu estrada, construiu casa, construiu vila, construiu tudo. O que o governo federal não fazia, a Vale fazia. Então isso gerou na cidade um vínculo muito forte, né? A aspiração era trabalhar na Vale e aposentar pela Vale”, disse o presidente da Associação Comercial Industrial de Serviços e Agropecuária de Itabira (Acita), Eugênio Andrade Müller.

Com a expectativa do fim da extração, o desafio é diversificar a economia. “A associação sempre conviveu com a ideia de que a exaustão mineral é uma realidade. Nós desenvolvemos um conjunto de metas já pensando em um futuro sem a exploração mineral”, disse Muller.

Uma das apostas é o incentivo ao agronegócio, já que 94% do território de Itabira está na zona rural. “É uma riqueza que a gente tem de uma tradição agropecuária anterior à mineração”, contou o presidente da entidade. Já há incentivo para a produção de leite, de mel, de eucalipto e de banana.

“Estamos tentando mudar esta mentalidade. A população pensa assim, acabou o minério, acabou a Vale, acabou Itabira. E não é bem assim. Tem caminho”, contou ele. Porém o agronegócio ainda representa menos de 1% do Produto interno Bruto (PIB) do município. O objetivo é dobrar de 0,4 para 0,8% a representatividade do setor na economia.

Em seu poema “Montanha Pulverizada”, o poeta descreve seu sentimento quanto a exploração do pico.

“Esta manhã acordo e não a encontro. Britada em bilhões de lascas deslizando em correia transportadora entupindo 150 vagões no trem-monstro de 5 locomotivas - o trem maior do mundo, tomem nota - foge minha serra, vai deixando no meu corpo e na paisagem mísero pó de ferro e este não passa”, disse ele em publicação de 1973.

Para Eugênio, que é sobrinho-neto do poeta, as pessoas da cidade temem pelo futuro dela, mas também têm expectativa do que é possível conquistar.

Fonte: G1.com

Trabalhadores podem usar FGTS para a compra de próteses e órteses

15/08/2018

Para a comprovação dessa necessidade, será necessária a apresentação de laudo médico atestando a condição de pessoa com deficiência, a espécie, o grau ou o nível da deficiência, e a prescrição da órtese ou prótese a ser adquirida

Trabalhadores com deficiência de natureza física ou sensorial poderão, a partir da próxima quinta-feira (15), usar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de próteses e órteses. Essa possibilidade já estava prevista desde 2015, quando foi publicada a Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência - o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Faltava, no entanto, a regulamentação dessa lei, o que foi feito em abril deste ano por meio de decreto.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (14) por representantes da Caixa e do Ministério do Trabalho durante coletiva de imprensa. De acordo com o decreto que regulamentou o Estatuto da Pessoa com Deficiência, para ter acesso ao recurso e usá-lo para a compra de próteses e órteses, será considerado trabalhador com deficiência aquele que tem impedimento de natureza física ou sensorial que produza efeitos pelo prazo mínimo de dois anos e possa impedir sua participação plena e efetiva na sociedade em condições de igualdade com as demais pessoas.

“É importante ressaltar que [para usar o saldo do FGTS] é fundamental a pessoa ter a condição de deficiente, e que ela represente impedimento de natureza física ou sensorial pelo prazo mínimo de 2 anos”, explicou o vice-presidente para Fundos de Governo da Caixa, Valter Nunes.

Perfil

Para a comprovação dessa necessidade, será necessária a apresentação de laudo médico atestando a condição de pessoa com deficiência, a espécie, o grau ou o nível da deficiência, e a prescrição da órtese ou prótese a ser adquirida.

No caso do uso dos recursos para a compra de aparelhos auditivos, será necessário que a pessoa tenha uma perda auditiva de pelo menos 50 decibéis. Também se enquadram no perfil de beneficiário pessoas com membros amputados; com paraplegia; com necessidade de cadeira de rodas; com necessidade de prótese ocular; ou com acuidade visual inferior a 30% no melhor olho.

Para que o trabalhador possa solicitar o saque é necessário que o médico responsável pelo tratamento emita o laudo de avaliação disponibilizado no site da Caixa.

Ainda não há previsão oficial sobre o número de órteses e próteses que serão disponibilizados. A Caixa esclarece que o recurso não poderá ser usado para a compra de prótese ou órteses de filhos ou dependentes dos titulares da conta de FGTS.

Fonte: Hoje em Dia

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